ALBERTO AFONSO LANDA CAMARGO

Esopo
teria sido um fabulista grego que viveu no século VI a. C. Na realidade
a sua existência é discutível e, conforme pesquisadores, tratar-se-ia
de um personagem mais lendário que histórico, apesar de muitas
localidades ainda hoje reivindicarem a honra do seu nascimento.
O primeiro a reunir as fábulas atribuídas a Esopo foi Demétrio de Faleiros, em 325 a. C.
La Fontaine também foi um fabulista,
que, por sua vez, nasceu em 1621 e morreu em 1695, ou seja, cerca de
1.300 anos após Esopo e cerca de 1.000 anos após Demétrio de Faleiros.
Como as fábulas atribuídas a Esopo e reunidas por Demétrio de Faleiros
foram reescritas ou adaptadas por La Fontaine, eufemismos para não dizer
que o célebre francês era um plagiário, ele foi considerado duvidosa e
condescendentemente o pai da fábula moderna, apesar de ganhar luzes com
os trabalhos de outros. Reconhecidamente, no entanto, ele foi um poeta,
não filósofo, e, em 1863, tornou-se membro da Academia Francesa de
Letras.
Dentre as mais conhecidas fábulas estão "A Cigarra e a
Formiga", "O Lobo e o Cordeiro" e "A Raposa e as Uvas", transmitidas,
como as demais, também verbalmente na antiguidade e mesmo na idade média
como forma de atingir as pessoas, na sua maioria com pouca cultura em
tais épocas, para que entendessem melhor e de forma fácil, pela sua
composição alegorística e fantástica, as mensagens morais, apesar da sua
inverossimilhança.
Na atualidade, as fábulas são reproduzidas em
livros infantis e fartamente ilustrados para ensinar as crianças, que,
obviamente, não têm a capacidade que têm os adultos, que não precisam,
teoricamente, de construções alegóricas e fantásticas para entender as
mensagens morais que as fábulas procuram transmitir.
NOTA: tirado de comentário no facebook.
O primeiro a reunir as fábulas atribuídas a Esopo foi Demétrio de Faleiros, em 325 a. C.
La Fontaine também foi um fabulista, que, por sua vez, nasceu em 1621 e morreu em 1695, ou seja, cerca de 1.300 anos após Esopo e cerca de 1.000 anos após Demétrio de Faleiros.
Como as fábulas atribuídas a Esopo e reunidas por Demétrio de Faleiros foram reescritas ou adaptadas por La Fontaine, eufemismos para não dizer que o célebre francês era um plagiário, ele foi considerado duvidosa e condescendentemente o pai da fábula moderna, apesar de ganhar luzes com os trabalhos de outros. Reconhecidamente, no entanto, ele foi um poeta, não filósofo, e, em 1863, tornou-se membro da Academia Francesa de Letras.
Dentre as mais conhecidas fábulas estão "A Cigarra e a Formiga", "O Lobo e o Cordeiro" e "A Raposa e as Uvas", transmitidas, como as demais, também verbalmente na antiguidade e mesmo na idade média como forma de atingir as pessoas, na sua maioria com pouca cultura em tais épocas, para que entendessem melhor e de forma fácil, pela sua composição alegorística e fantástica, as mensagens morais, apesar da sua inverossimilhança.
Na atualidade, as fábulas são reproduzidas em livros infantis e fartamente ilustrados para ensinar as crianças, que, obviamente, não têm a capacidade que têm os adultos, que não precisam, teoricamente, de construções alegóricas e fantásticas para entender as mensagens morais que as fábulas procuram transmitir.
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